{"id":24868,"date":"2017-12-06T12:55:38","date_gmt":"2017-12-06T12:55:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.porbatata.pt\/noticias-copy\/"},"modified":"2021-01-25T14:54:36","modified_gmt":"2021-01-25T14:54:36","slug":"consumidor","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/consumidor\/","title":{"rendered":"Consumidor &#8211; Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1512499434173{margin-top: 40px !important;}&#8221;][vc_column]<div class=\"smile-icon-timeline-wrap csstime   \"     style=\"\"><div class=\"timeline-line \" style=\"border-right-color:;\"><z><\/z><\/div><div class=\"timeline-wrapper\"><div class=\"timeline-block \"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-8922\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-8922 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Dos Andes para o Mundo \u2013 nos prim\u00f3rdios<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-8922 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-25680 alignnone\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img1-203x300.png\" alt=\"\" width=\"203\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img1-203x300.png 203w, https:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img1.png 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 203px) 100vw, 203px\" \/><\/p>\n<p>A batata \u00e9 o tub\u00e9rculo mais popular do mundo e revolucionou a hist\u00f3ria da alimenta\u00e7\u00e3o do povo europeu. Mas a esp\u00e9cie solanum tuberosum nem sempre granjeou tamanha fama entre os consumidores quando chegou \u00e0 Europa, proveniente do Peru, na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Todas as variedades de batata atualmente existentes \u2013 cerca de 3.000 em todo o mundo \u2013 descendem de uma \u00fanica, origin\u00e1ria da Cordilheira dos Andes, perto do Lago Titicaca. Embora no pa\u00eds dos Incas j\u00e1 se cultivasse e consumisse batatas h\u00e1 milhares de anos, este tub\u00e9rculo ainda n\u00e3o havia sido disseminado pelo resto da Am\u00e9rica do Sul. S\u00f3 no s\u00e9culo XVI, quando os navegadores espanh\u00f3is e portugueses a provaram, no seu local de origem, \u00e9 que a batata come\u00e7ou a ganhar mundo.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><div class=\"timeline-block historia\"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-8447\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-8447 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Uma maldi\u00e7\u00e3o na Europa \u2013 s\u00e9culo XVI<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-8447 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-25682\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img2-300x213.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"213\" \/><\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe exatamente como nem de onde proveio, mas a tese mais consensual \u00e9 a de que ter\u00e3o sido os colonizadores espanh\u00f3is a traz\u00ea-la para a Europa e a divulgar o seu cultivo, por volta de 1530. Sa\u00edda diretamente da mesa do imp\u00e9rio Inca e trazida para o \u201cVelho Continente\u201d, a batata causou, desde logo, pelo seu aspeto r\u00fastico, m\u00e1 impress\u00e3o aos europeus, pelo que a popula\u00e7\u00e3o se mostrou reticente quanto ao seu cultivo. T\u00e3o desprezada era que foi acusada de ser mal\u00e9fica e dar \u00e0s bruxas o poder de voar, uma vez que nem sequer vinha citada na B\u00edblia. \u00c0 \u00e9poca, acreditava-se que a apar\u00eancia dos alimentos era uma indica\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as que podia causar e, por se considerar que este tub\u00e9rculo fazia lembrar as m\u00e3os de um leproso, rapidamente se espalhou o mito de que com\u00ea-lo causava lepra. A opini\u00e3o por parte dos m\u00e9dicos da \u00e9poca tamb\u00e9m n\u00e3o era muito diferente, considerando-a indigesta e desenxabida, apenas adequada ao sustento dos animais e um mal necess\u00e1rio nas longas viagens dos navegadores pelo mundo \u2013 o que ajudou a disseminar a batata em geografias t\u00e3o long\u00ednquas quanto a \u00cdndia, a China e o Jap\u00e3o.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><div class=\"timeline-block historia\"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-4572\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-4572 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">A dissemina\u00e7\u00e3o \u2013 s\u00e9culo XVIII<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-4572 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">A batata come\u00e7ou, antes de mais, por ser apenas uma curiosidade bot\u00e2nica, que muito agradava \u00e0 aristocracia europeia. Dois s\u00e9culos depois da sua introdu\u00e7\u00e3o na Europa, Maria Antonieta adornava os seus cabelos com flores da planta da batata, enquanto o marido, o rei Lu\u00eds XVI, as usava \u00e0 lapela. O seu consumo como alimento generalizou-se apenas no s\u00e9culo XVIII, fustigado por sucessivas crises alimentares e per\u00edodos de fome Em 1710, 40% da popula\u00e7\u00e3o do Reino da Pr\u00fassia morreu devido \u00e0 escassez de alimentos e \u00e9 nessa altura que a batata come\u00e7a a ganhar a simpatia de alguns grupos. Em 1740, Frederico II, o Grande, rei da Pr\u00fassia, mandou distribuir um manual sobre como cultivar a batata, com o objetivo de combater a inani\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25689\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img3.png\" alt=\"\" width=\"226\" height=\"204\" \/><\/p>\n<p>O agricultor e cientista franc\u00eas <strong>Antoine Augustin Parmentier<\/strong>, depois de ter sido feito prisioneiro durante a Guerra dos Sete Anos (1756-1763), que op\u00f4s Fran\u00e7a \u00e0 Pr\u00fassia, e obrigado a comer batatas diariamente no seu cativeiro, \u00e9 considerado o grande respons\u00e1vel pela dissemina\u00e7\u00e3o do cultivo da batata em Fran\u00e7a e nos pa\u00edses a Ocidente. Ao regressar ao pa\u00eds de origem, publicou uma s\u00e9rie de estudos que davam conta dos altos n\u00edveis nutritivos da batata e convenceu o rei Lu\u00eds XVI de que este alimento poderia solucionar os problemas alimentares do povo franc\u00eas.<\/p>\n<p>A difus\u00e3o do cultivo e do consumo da batata revolucionaria a Europa e as suas gentes. Fornecedora de todos os nutrientes essenciais, com exce\u00e7\u00e3o das vitaminas A e D, a batata tamb\u00e9m demonstrou ter uma grande produtividade n\u00e3o s\u00f3 por hectare, mas tamb\u00e9m em termos de calorias, capaz de duplicar a disponibilidade alimentar europeia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25690\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img4.png\" alt=\"\" width=\"222\" height=\"205\" \/><\/p>\n<p><strong>Adam Smith<\/strong>, o famoso fil\u00f3sofo e economista escoc\u00eas, escreveu na famosa obra A Riqueza das Na\u00e7\u00f5es que, caso esta cultura viesse a ocupar a mesma propor\u00e7\u00e3o de terras dedicadas ao cultivo de trigo e outros tipos de gr\u00e3o, \u201csustentaria um n\u00famero muito maior de pessoas e a popula\u00e7\u00e3o aumentaria\u201d.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><div class=\"timeline-block historia\"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-7102\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-7102 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Alimento revolucion\u00e1rio \u2013 s\u00e9culo XIX<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-7102 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">A dissemina\u00e7\u00e3o do consumo da batata no Velho Continente impulsionou um crescimento de 65% da popula\u00e7\u00e3o na Europa Ocidental. Melhor alimentados, mais f\u00e9rteis e mais resistentes a doen\u00e7as, os pa\u00edses europeus encontraram tamb\u00e9m a estabilidade social e as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o arranque da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX, a batata era o alimento mais importante dos oper\u00e1rios nas f\u00e1bricas, numa altura em que os ingleses tamb\u00e9m j\u00e1 a tinham levado para a Am\u00e9rica do Norte. O fil\u00f3sofo alem\u00e3o Friedrich Engels, que com Karl Marx formulou o Manifesto Comunista, chegou mesmo a comparar a batata ao ferro, por ter um \u201cpapel historicamente revolucion\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25691\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img5.png\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"238\" \/><\/p>\n<p>Em Portugal, a batata foi inicialmente cultivada em meados do s\u00e9culo XVIII, em regi\u00f5es como Tr\u00e1s-os-Montes, Minho e Beiras. As invas\u00f5es napole\u00f3nicas, no in\u00edcio do s\u00e9culo seguinte, com os soldados franceses a trazerem batatas nas suas provis\u00f5es, ajudaram a divulgar o alimento.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25694\" src=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/img6.png\" alt=\"\" width=\"168\" height=\"238\" \/><\/p>\n<p>Em 1870, o livro de culin\u00e1ria O Cozinheiro dos Cozinheiros, da autoria de Paulo Plantier, coloca pela primeira vez a batata nos tratados de culin\u00e1ria, apresentado 18 maneiras de a cozinhar. Seis anos depois, outro livro, Arte de Cozinha, de Jo\u00e3o da Mata, introduz a batata nas mais variadas receitas, tornando-a indispens\u00e1vel \u00e0 gastronomia portuguesa.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><div class=\"timeline-block \"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-6725\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-6725 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Na base da alimenta\u00e7\u00e3o humana s\u00e9culos XX e XXI<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-6725 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">A batata inaugurou o s\u00e9culo XX num papel de destaque no panorama agr\u00edcola e alimentar, mantendo a sua preponder\u00e2ncia ao longo do tempo, sendo hoje uma das principais bases da alimenta\u00e7\u00e3o humana, em todo o mundo.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><div class=\"timeline-block \"><div class=\"timeline-dot\"><\/div><div class=\"ult-timeline-arrow\"><s><\/s><l><\/l><\/div><div class=\"timeline-icon-block\"><div class=\"ult-timeline-icon tl-icon-no-bg\" style=\"   \"><\/div> <!-- icon --><\/div><div class=\"timeline-header-block\" >\n\t\t\t\t\t\t\t<div id=\"timeline-item-6429\" class=\"timeline-header\" style=\"\"><h3 class=\"ult-timeline-title ult-responsive\"  data-ultimate-target='#timeline-item-6429 .ult-timeline-title'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:22px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Nasceu em 2016 a Porbatata<\/h3><div class=\"ult-responsive timeline-item-spt\"  data-ultimate-target='#timeline-item-6429 .timeline-item-spt'  data-responsive-json-new='{\"font-size\":\"desktop:16px;\",\"line-height\":\"\"}'  style=\"\">Em Portugal, n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o. E para trabalhar a sua promo\u00e7\u00e3o, nasceu em 2016 a Porbatata \u2013 Associa\u00e7\u00e3o da Batata de Portugal. Essa associa\u00e7\u00e3o de produtores, representa os interesses de toda a fileira a n\u00edvel nacional e internacional, sem fins lucrativos, tem como principal miss\u00e3o divulgar a batata portuguesa como um alimento saud\u00e1vel e diferenciado, com caracter\u00edsticas \u00fanicas \u2013 no mercado nacional e al\u00e9m-fronteiras <a href=\"http:\/\/www.porbatata.pt\/porbatata\/\">ver mais sobre a Porbatata<\/a>.<\/div><\/div> <!-- header --><\/div><\/div><\/div><\/div>[\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1512499434173{margin-top: 40px !important;}&#8221;][vc_column][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-24868","page","type-page","status-publish","hentry"],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"3.0.0","language":"en","enabled_languages":["pt","en"],"languages":{"pt":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"en":{"title":false,"content":false,"excerpt":false}}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24868","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24868"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24868\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26726,"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24868\/revisions\/26726"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.porbatata.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24868"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}